TRF-3 2026: edital traz 11 vagas, salário de até R$ 20 mil e inscrição em 4 de novembro
O edital do TRF-3 saiu com 11 vagas imediatas para analista e técnico judiciários. As inscrições começam em 4 de novembro de 2026.

Os salários vão de R$ 9.776,73 a R$ 20.013,11, conforme o cargo e a especialidade.
A banca é a Vunesp, e o concurso abrange São Paulo e Mato Grosso do Sul.
Quanto paga cada cargo
O técnico judiciário recebe R$ 9.776,73. O analista judiciário recebe R$ 16.040,87, com uma exceção.
Oficial de justiça avaliador federal chega a R$ 20.013,11. O valor maior vem da gratificação de atividade externa.
Cargo | Salário | Jornada |
Técnico judiciário | R$ 9.776,73 | 40 horas semanais |
Analista judiciário | R$ 16.040,87 | 40 horas semanais |
Oficial de justiça avaliador federal | R$ 20.013,11 | 40 horas semanais |
É preciso ensino superior completo na área escolhida, mesmo para o cargo de técnico.
Essa é uma particularidade do TRF-3. Em outros tribunais, técnico exige apenas nível médio.
Inscrição de 4 a 23 de novembro
O prazo de inscrição começa no dia 4 e termina no dia 23 de novembro de 2026. O cadastro é só pela internet, no site da Vunesp.
A taxa é de R$ 100,00 para técnico e R$ 160,00 para analista. A quitação sai por Guia de Recolhimento da União, na Plataforma PagTesouro.
Só a GRU Simples é aceita. Outro formato de guia não quita a inscrição.
O prazo de pagamento termina em 24 de novembro. Quem não pagar até essa data perde a inscrição, mesmo tendo se cadastrado dentro do prazo.
A GRU é emitida no próprio site da banca e pode ser paga em qualquer banco. Não há desconto por pagamento antecipado.
Prova objetiva e discursiva no mesmo dia
O concurso tem prova objetiva e prova discursiva.
A objetiva tem 60 questões de múltipla escolha: 24 de conhecimentos gerais e 36 de conhecimentos específicos.
A discursiva é um estudo de caso para analista e uma redação para técnico.
Etapa | Formato |
Objetiva | 60 questões, 24 gerais e 36 específicas |
Discursiva | estudo de caso para analista, redação para técnico |
Data prevista | 31 de janeiro de 2027 |
A proporção de 60% para conhecimentos específicos define onde está o peso da prova.
Quem divide o estudo por igual entre as duas frentes costuma perder pontos na parte que decide a classificação.
Cidades de prova em SP e MS
Em São Paulo, as provas serão em Araçatuba, Bauru, Ribeirão Preto e São Paulo. Em Mato Grosso do Sul, serão em Campo Grande e Dourados.
No dia 31 de janeiro de 2027, técnico faz a prova pela manhã e analista à tarde.
Escolher a cidade de prova é uma decisão da inscrição. Vale pesar deslocamento e hospedagem antes de confirmar.
Vale a pena para 11 vagas?
O número de vagas imediatas é pequeno, mas o cadastro reserva costuma render convocações. Tribunais federais têm rotatividade baixa.
Para quem já estuda para a área judiciária, o custo de tentar é baixo. São duas provas em um único dia.
Quem vem de outra área enfrenta 36 questões específicas. Exige tempo que talvez não exista até janeiro.
Detalhes que decidem a classificação
O texto traz atribuições, conteúdo programático e cronograma completos. Confira as especialidades por cargo antes de pagar a taxa.
A escolha da especialidade é feita na inscrição e não muda depois.
O edital também define os critérios de correção da prova discursiva, que elimina candidato.
A discursiva costuma ser o filtro mais duro. Mesmo com nota alta na objetiva, quem zera ou fica abaixo do mínimo é cortado.
Vale treinar redação com tempo cronometrado nas semanas anteriores à prova.
Escolha a especialidade antes de abrir a inscrição, em 4 de novembro.
Pague a GRU Simples até 24 de novembro para não perder a vaga.
Priorize conhecimentos específicos: são 36 das 60 questões.
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